Fidel: “meu escudo é minha moral”

 

Talvez a coisa mais difícil de ser adquirida para si é a autoconsciência daquilo se é perante o mundo material. A ideia não nos molda, mas do contrário, a realidade molda nossas ideias e, assim, quem somos. A propaganda é a arma do negócio: bate no peito muito fácil, mira a lêiser para miragem do consumo daquilo que se não quer e não se precisa. Vendem-nos irrealidades para a massa alienada. A elite tem de domar o rebanho para que ele não se rebele.

A morte de Fidel (último líder revolucionário) mostra que tempos sombrios rondam ao nosso lado. A importância histórica do personagem dentro de determinado contexto é inexorável ao que neandertais reacionários pensam. Como Fidel mesmo disse: “meu escudo é minha moral”.

Chomsky diz que “nos EUA, um em cada seis dólares é gasto em marketing. As pessoas são bombardeadas com propaganda e publicidade todos os dias na televisão, desde a infância. O ideal da vida social é você e seu aparelho de TV”. O imperialismo cria cadelas para resguardarem-se através da ilusão da “liberdade”.

A verdade para esses não importa. Hiroshima e Nagasaki é uma página negra da história da humanidade. Enquanto Fidel “exportou” milhões de médicos e professores para o mundo, o “reino da democracia” – os EUA – a cada dia bota na conta milhões de mortes perpetradas pela “luta contra o autoritarismo”.

Comandante Fidel terá seu nome eternizado na história. Parafraseando Getúlio Vargas em que Fidel Castro saiu da vida para entrar para a história; e esses personagens que difamam-no não terão suas condolências sinceras registradas.

Muito se sabe de um caráter da pessoa numa tragédia. Mas essa manada esquecem que “um revolucionário pode perder tudo: a família, a liberdade, até a vida. Menos a moral”. – Fidel Castro.

 

HASTA LA VICTORIA, SIEMPRE!

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